A 68ª edição do Grammy Awards ocorre na noite de domingo (1º) e, no centro dessa celebração da música global, está a categoria mais aguardada: Álbum do Ano.
Entre os indicados estão Bad Bunny, Justin Bieber, Sabrina Carpenter, Lady Gaga, Kendrick Lamar, Leon Thomas, Tyler, the Creator e o duo Clipse (Pusha T & Malice).
Abaixo, conheça mais sobre os indicados.
Conheça os indicados à Álbum do Ano no Grammy 2026
“DeBÍ TiRAR MáS FOTos” – Bad Bunny
O cantor mais indicado do ano não ficou de fora desta categoria. Se você viu no TikTok publicações com fotos nostálgicas ou recriando a capa de um álbum com cadeiras no jardim para imortalizar um momento especial, tratava-se de uma referência a Bad Bunny com o álbum “DeBÍ TiRAR MáS FOTos”.
O álbum é um dos trabalhos mais ambiciosos, pessoais e culturalmente ricos da sua carreira até hoje. O título do álbum, que em português significa “Eu devia ter tirado mais fotos”, reflete o conceito central do disco: uma reflexão sobre memória, identidade e a importância de valorizar momentos vividos, tanto na vida pessoal quanto na história cultural do artista e de seu povo.
O projeto incorpora uma fusão vibrante de ritmos tradicionais e modernos — como salsa e reggaeton clássico — criando uma sonoridade que celebra as raízes porto-riquenhas ao mesmo tempo em que avança criativamente.
“Swag” – Justin Bieber
“Swag” foi lançado de surpresa em julho de 2025. O projeto, composto por 21 faixas e cerca de 54 minutos de duração, marca o retorno de Bieber após um hiato desde 2021, e traz uma mistura de pop e R&B com influências de soul, rap e gospel moderno.
Justin Bieber explora temas de saúde mental, identidade e fama, com momentos que abordam vulnerabilidade e a relação com a mídia e as pressões públicas, além de reflexões pessoais, incluindo amor e intimidade, especialmente em músicas que parecem inspiradas pela sua vida como marido e pai.
“Man’s Best Friend” – Sabrina Carpenter
O álbum combina letras espirituosas, diretas e provocantes com reflexões sobre relacionamentos, amor, frustrações e experiências pessoais — muitas vezes com um toque de humor irônico.
O single principal, “Manchild”, alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos, Reino Unido e Irlanda, impulsionando ainda mais a visibilidade do álbum.
Na produção do disco, composta principalmente pelo produtor das famosas Jack Antonoff, Sabrina transita entre country, R&B, disco e pop.
“Let God Sort Em Out” – Clipse, Pusha T & Malice
“Let God Sort Em Out” é o álbum de retorno do duo americano de hip-hop Clipse — formado pelos irmãos Pusha T e Malice — lançado em julho de 2025. Eles não lançavam um disco desde 2009.
Musicalmente, o álbum mergulha no hip-hop/rap clássico com uma produção moderna de Pharrell Williams, que cria bases tensas e envolventes, combinando elementos de gospel, soul e rap de rua com batidas sofisticadas.
“Mayhem” – Lady Gaga
“Mayhem” marca o retorno de Lady Gaga às raízes pop. Liricamente, o disco trata de caos interno, dualidade emocional, fama, amor e autodescoberta. Sonoramente, é pop dance, com batidas fortes e sintetizadores marcantes.
“GNX” – Kendrick Lamar
“GNX” marca um momento decisivo na carreira de Kendrick, sendo o primeiro álbum após sua saída das gravadoras Top Dawg Entertainment e Aftermath Entertainment e uma declaração de independência artística dentro do cenário hip-hop atual.
Musicalmente, “GNX” tem produção que mistura batidas clássicas e modernas e grooves contemporâneos.
O álbum traz 12 faixas, muitas delas com produção de Kendrick ao lado de nomes como Jack Antonoff, Sounwave, Mustard e Kamasi Washington.
Com o projeto, Kendrick Lamar é o artista mais indicado da edição da premiação.
“Mutt” – Leon Thomas
“MUTT” é um projeto que mistura R&B, neo-soul, rock e outras influências. A produção, feita por um time diverso de colaboradores, cria um ambiente que é ao mesmo tempo introspectivo e sofisticado, com melodias densas e batidas apoiadas por instrumentos que evocam tanto o clássico quanto o contemporâneo.
O álbum explora emocionalidade crua, relacionamentos complexos e vulnerabilidade, muitas vezes usando imagens e metáforas ligadas à lealdade, confusão e busca de conexão.
“Chromakopia” – Tyler, The Creator
Escrito, produzido e arranjado inteiramente por Tyler Okonma, “Chromakopia” representa uma das obras mais introspectivas e coesas de sua carreira e é um projeto no qual ele reflete sobre identidade, experiências de vida e sua própria história musical, muitas vezes com uma abordagem emocional.
“Chromakopia” mistura gêneros como hip-hop, jazz, soul e R&B.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/grammy-2026-conheca-os-indicados-em-album-do-ano/
