O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou moderadamente na semana encerrada em 3 de outubro, sugerindo que as demissões foram relativamente baixas no final de 2025, embora a demanda por mão de obra tenha permanecido lenta.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 8.000 no período em relação ao nível da semana anterior, para 208.000 em dado com ajuste sazonal, de acordo com informações do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos nesta quinta-feira (8). Economistas consultados pela Reuters previam 210.000 pedidos para a última semana.
O total de solicitações da semana anterior a essa foi revisado ligeiramente para cima, de 199 mil para 200 mil.
A média móvel de 4 semanas foi de 211.750, uma diminuição de 7.250 em relação à média revisada da semana anterior. Este é o nível mais baixo para essa média desde 27 de abril de 2024, quando era de 210.250. A média da semana anterior foi revisada para cima em 250, de 218.750 para 219.000.
Os pedidos têm sido instáveis nas últimas semanas, em meio a desafios para ajustar os dados às flutuações sazonais em torno da temporada de festas de fim de ano. Em meio a essa volatilidade, as demissões permaneceram baixas em relação aos padrões históricos.
Os empregadores têm relutado em aumentar o número de funcionários em meio à incerteza relacionada às tarifas e à crescente popularidade da Inteligência Artificial, mas não optaram por demissões, mantendo o mercado de trabalho em um estado de paralisia.
O governo informou na quarta-feira (7) que as vagas de emprego em aberto caíram para uma mínima de 14 meses em novembro. Havia 0,91 vaga de emprego para cada pessoa desempregada em novembro, o nível mais baixo observado desde março de 2021, e abaixo dos 0,97 em outubro.
