A Polícia Militar faz uma megaoperação de blitz contra roubos, na manhã dessa quarta-feira (28), em diversos pontos da cidade de São Paulo. A ação conta com bloqueios, abordagens, fiscalização e apoio aéreo do helicóptero Águia.
Militares do Comando de Policiamento de Trânsito estão posicionados simultâneamente em 10 pontos da capital paulista para ampliar a presença policial nos principais corredores da cidade e combater crimes contra o patrimônio, principalmente aqueles praticados com motos.
“São bloqueios previamente identificados em áreas de interesse da segurança pública, onde o CPTran atua com sua expertise e o CPC trabalha em sinergia, priorizando a vistoria e abordagem de motocicletas”, afirma o coronel Carlos Lucena, coordenador operacional da Polícia Militar.
A nova edição da Megaoperação Cavalo de Aço ocorre até às 12h desta quarta e conta com 170 policiais militares e 72 viaturas do CPTran. A ação também tem o objetivo de intensificar a fiscalização das motocicletas e dos seus ocupantes, garantindo o cumprimento das normas relacionadas à segurança viária, para prevenir sinistros e preservar vidas no trânsito.
Na quinta (29) e sexta-feira (30), será realizada a Operação Impacto Força Total, uma iniciativa do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais, realizada simultaneamente pelas polícias militares de todo o país. As ações ocorrerão em regiões com indicadores criminais relevantes.
Nesta quinta, a operação acontecerá na área do 8º Batalhão de Polícia Militar, na região do Tatuapé, com foco na redução de furtos e roubos de veículos. Já na sexta, a atuação será na área do 27º BPM, no extremo sul da capital, onde a PM intensificará o policiamento após ocorrências recentes.
“São operações com mais de 100 policiais por dia, com apoio aéreo e presença ostensiva para dar resposta imediata à criminalidade. São ações de enfrentamento direto dos indicadores criminais”, destacou Lucena.
A PM ainda detalhou que os motoqueiros foram as principais vítimas de sinistros de trânsito na cidade de São Paulo em 2025, representando 47% das mortes registradas no período.
